A História da Auditoria Social
A Auditoria Social Brasil
Uma das funções da Auditoria Social Brasil é auditar bancos e corporações que atuam no Brasil, quanto ao uso; consumo; direito; tratamento; impactos e danos aos bens e recursos comuns, compartilhados entre a sociedade local, bancos e corporações (globais) através de metodologias, criadas pela autora, e aplicadas por auditores sociais, de modo a dar visibilidade sobre estas atuações/autuações ao povo brasileiro.
É importante mencionar que durante as guerras púnicas, antes de cristo já havia corporação armamentista, cada sócio tinha uma ação.
Nós da sociedade civil, compartilhamos com corporações e bancos, desproporcionalmente, os mesmos bens comuns, recursos, produtos, serviços, infra-estrutura, além do mesmo Judiciário, Legislativo, e Executivo. Enquanto a sociedade civil utiliza, juntamente com hotéis e escritórios, 8% da água doce no Brasil, as corporações utilizam 92%. Uso domiciliar de energia gira em torno de 10%, sem contar a exploração dos minérios (solo, subsolo), das terras, e das florestas.
No Brasil, não existe Órgão que controle a atuação de forma individual e integral, muito menos a divulgação a sociedade civil, das atuações de bancos e das grandes corporações, quanto as relações, com: a) o Meio Ambiente; a Sociedade (o povo); c) os Governos; e, d) Prestação de Contas a Sociedade Civil
Breve Histórico, Divisão Norte x Sul
Após a segunda guerra mundial, passamos a ter uma nova configuração nas relações entre Norte (países desenvolvidos, tecnologia, patentes) e Sul (países do chamado de Terceiro Mundo, produtores de matérias primas).
Existe ingerência direta destes organismos (BIS, BID, FMI, BANCO MUNDIAL, e Agencias da ONU), em mecanismos de endividamento e interferências negativas no funcionamento de instituições brasileiras, inclusive empresas estatais, assim como nas relações entre os países da América Latina e nas eleições locais. O BIS, faz parte, mas criado em 1930.